+CONSCIÊNCIA - Madiba

July 7, 2014

Em tempos de intolerância de diversos tipos e críticas extremas a tudo e todos, pode-se procurar diversos perfis que sintetizem características que vão contra a esse processo. É como uma forma de suavizá-lo e mostrar que o ódio nunca será a melhor maneira de resolver nada. Sob essa ótica, seria um ultraje não se lembrar de um dos mais conhecidos líderes negros que esse mundo já teve: Nelson Mandela.
No dia 18 desse mês, ele faria 96 anos e não poderíamos deixar de lembrar desse homem tão importante para o mundo.

 

Advogado, líder rebelde e presidente da África do Sul, de 1994 a 1999, ganhador do Prêmio Nobel da Paz de 1993, pai, avô, símbolo de liberdade e luta pela democracia e igualdade racial. Assim foi Rolihlahla Madiba Mandela, que faleceu em 5 de dezembro de 2013.

 

Nascido em 18 de julho de 1918, desde cedo, já batalhava pelo que acreditava. Aos 21 anos, foi preso pela primeira vez por ativismo político, quando cursava Artes na Universidade de Fort Hare. Durante toda sua trajetória, Mandela ficou por mais de 30 anos detido, acusado de ser comunista, por fazer parte da luta armada e por ser antiapartheid.

 

Viu o Congresso Nacional Africano (CNA) ser desfeito, se reerguer e tornou-se presidente dessa organização de luta contra a segregação racial, em 1991, e representante de uma causa única, que fez toda uma nação abrir os olhos para as desvantagens que o racismo trazia.

 

Pelos absurdos propostos pelo apartheid, Mandela comandou o grupo que derrubou esse processo, em 1993, com a justificativa de que raça não existe, logo não deveria haver segregação baseada nela. Com toda sua luta e desprendimento de questões pessoais para exigir melhores condições aos seus semelhantes, Mandela sempre será ícone de vitória sob a intolerância. Um exemplo a ser seguido por todos que querem fazer a diferença.

 

Mandela deixou lições sobre amor entre as pessoas. Ele dizia que “Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, ou por sua origem, ou sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender, e se elas aprendem a odiar, podem ser ensinadas a amar, pois o amor chega mais naturalmente ao coração humano do que o seu oposto. A bondade humana é uma chama que pode ser oculta, jamais extinta”. Pense nisso!

 

Texto: Pedro Rocha

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